Angorás Fluorescentes
Pesquisadores esperam que a técnica ajude a combater doenças genéticas. Fluorescência se ativa com raios ultravioleta.
O Ministério da Ciência e Tecnologia da Coréia da Sul divulgou imagens de gatos recém-criados, cuja característica especial é o fato de brilharem no escuro. O feito é possível graças a uma alteração genética, com a inclusão de um gene de outra espécie que já tem essa característica de fluorescência.
Durante o processo de clonagem, os pesquisadores introduziram nos óvulos de gatos da raça angorá um gene que produz uma proteína fluorescente.
É esta proteína que faz com os eles brilhem quando expostos a raios ultravioleta. Os cientistas esperam que essa técnica ajude a pesquisa de doenças hereditárias em humanos.
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Veja os gatinhos brilhando no escuro
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Há muitas espécies marinhas que têm essa propriedade. Uma vez isolado o gene responsável, basta inseri-lo no DNA do bichano para torná-lo fluorescente.
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Gatos fluorescentes apresentados pelas autoridades da Coréia do Sul (Foto: AFP)
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Em luz normal, brancos; sob luz ultravioleta, eles brilham no escuro (Foto: AFP). A técnica não é destinada a produzir bichos curiosos, mas sim verificar o sucesso na inserção artificial de genes em animais. Por isso ela pode ser útil como “marcadora” no desenvolvimento de terapias genéticas contra doenças hoje intratáveis.
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Fonte: G1












